Mattos Aeroportos
Vista aérea de pista de aeródromo ao pôr do sol, com vegetação tropical e litoral ao fundo

Consultoria aeroportuária

Homologação sem turbulência para seu heliponto, aeródromo ou condomínio aeronáutico.

Trezentos aeródromos, aeroportos e helipontos com processo conduzido perante DECEA, ANAC, FAB/COMAER e CINDACTAs — em 24 estados.

  • ANAC
  • DECEA
  • ICA 11-408
  • PBZPA
  • RBAC 154 / 155

O que fazemos

Todos os serviços, do primeiro estudo à conformidade contínua

Treze disciplinas técnicas em três níveis: seis frentes CORE que cobrem o ciclo regulatório completo, quatro complementares para escopos específicos, e três plataformas próprias que diferenciam a entrega.

Como conduzimos

Oito fases até a homologação completa.

Sequência institucional inviolável: COMAER/DECEA antes da ANAC. Você sabe em que fase está, o que já foi entregue e o que falta para a portaria.

01

Estudo de Viabilidade

Análise do sítio, enquadramento regulatório e levantamento dos documentos existentes. Identificamos riscos antes de protocolar qualquer coisa.

02

Levantamento Topográfico

Levantamento georreferenciado em campo — coordenadas, altimetria, dimensões da pista/FATO e cadastro de obstáculos no entorno.

03

PBZPA / PBZPH

Elaboração do Plano Básico de Zona de Proteção conforme ICA 11-408 (aeródromo) ou norma DECEA aplicável (heliponto). Peça central da aprovação do DECEA.

04

Submissão ao DECEA/COMAER

Protocolo no sistema DECEA com o conjunto documental completo. Acompanhamento de exigências até a deliberação favorável — sem a qual a ANAC não abre processo.

05

Documentação Técnica

Elaboração dos manuais e documentos exigidos pela ANAC: MANEX, MOPS, PEA, MGSO (aeródromos RBAC 153) ou conjunto equivalente para helipontos.

06

Protocolo na ANAC

Abertura e instrução do processo na ANAC com toda a documentação aprovada pelo DECEA. Resposta técnica a cada exigência do órgão.

07

Vistoria Técnica

Acompanhamento da vistoria in loco pela equipe ANAC — preparamos o cliente e respondemos a pontuações técnicas no próprio ato.

08

Portaria e Certificado

Publicação da portaria de registro/certificado. Encerramento do processo ativo e transferência para conformidade continuada se contratada.

Por que a Mattos

Especialistas no processo regulatório

Homologar infraestrutura aeronáutica no Brasil envolve ANAC, DECEA e normas como a ICA 11-408 — e a maioria dos processos trava em exigências mal respondidas. Conduzimos cada etapa com rigor técnico e um sistema próprio de gestão que acompanha cada exigência até o registro final.

  • Análise de zonas de proteção e superfícies (ICA 11-408 / PBZPA)
  • Elaboração e protocolo de processos junto à ANAC e ao DECEA
  • Acompanhamento de exigências até a portaria de registro
  • Gestão de conformidade e renovação de portarias
Falar com um especialista
Cabeceira de pista ao anoitecer com equipamento de topografia sobre a sinalização
300+

Projetos conduzidos

Aeródromos, helipontos e condomínios aeronáuticos com processo completo perante DECEA e ANAC.

12 anos

No setor

Grupo Mattos fundado em 2014. Mattos Aeroportos operacional desde 2021.

24 estados

Atendidos

Da FATO no litoral catarinense às pistas do Acre e Roraima — sem escritório regional.

Dúvidas frequentes

Dúvidas antes de começar.

As perguntas que aparecem em todo primeiro contato — respondidas com a objetividade que o processo regulatório exige. Não achou a sua? Fale conosco.

O que é a homologação de um heliponto ou aeródromo na ANAC?

É o processo de registro da infraestrutura aeronáutica junto à ANAC, que atesta que o heliponto ou aeródromo atende às normas aplicáveis (RBAC 154/155) e às zonas de proteção do DECEA. Conduzimos todas as etapas, do laudo técnico à publicação da portaria de registro.

O que é um condomínio aeronáutico?

É um condomínio ou loteamento em que os lotes têm acesso a uma pista de pouso homologada — os moradores guardam a aeronave em casa e taxiam até a pista. Estruturamos o empreendimento de ponta a ponta: viabilidade, masterplan, homologação do aeródromo e regularização junto à ANAC e ao DECEA.

O que é o PBZPA e por que preciso dele?

PBZPA é o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo — o documento técnico que define as superfícies limitadoras de obstáculos ao redor do aeródromo, conforme ICA 11-408.

É obrigatório para qualquer processo de homologação. Sem PBZPA aprovado pelo DECEA, a ANAC não emite o certificado. É o documento mais técnico do processo — e o que mais causa atraso quando tem erro de cálculo ou metodologia inadequada.

Qual a diferença entre RBAC 154 e RBAC 155?

O RBAC 154 trata de projeto de aeródromos, e o RBAC 155 trata especificamente de helipontos e heliportos. A norma aplicável define os requisitos técnicos de infraestrutura e de segurança operacional do seu projeto.

Um heliponto residencial também precisa de homologação e PBZPH?

Sim. Helipontos, inclusive residenciais, precisam de registro junto à ANAC e da análise de zona de proteção (PBZPH) conforme a regulamentação do DECEA. Avaliamos o seu caso e indicamos exatamente o que é exigido.

A Mattos Aeroportos atende em todo o Brasil?

Sim. Conduzimos processos de homologação, projetos de engenharia e gestão de conformidade em todo o território nacional, junto à ANAC e ao DECEA.

Quanto tempo demora a homologação?

Depende do tipo de infraestrutura, da complexidade técnica e da fila dos órgãos. Para helipontos, o processo típico leva entre 4 e 10 meses. Para aeródromos, entre 8 e 18 meses.

O que a Mattos controla e entrega dentro do prazo é o pacote técnico — levantamento, PBZPA, documentação e submissão. O tempo de deliberação da ANAC e do DECEA depende da fila interna de cada órgão.

Qual a sequência correta: DECEA primeiro ou ANAC?

DECEA primeiro, sempre. O processo de homologação começa pelo COMAER/DECEA com a aprovação do PBZPA e a deliberação favorável. Só depois — com essa deliberação em mãos — o processo segue para a ANAC.

Operadores que tentam protocolar diretamente na ANAC sem a aprovação do DECEA têm o processo devolvido ou pausado. É o erro mais comum e mais caro em tempo.

A Mattos garante a aprovação?

Não. Quem aprova é a ANAC e o DECEA — são autoridades independentes. O que a Mattos garante é que o processo é conduzido com rigor técnico, na sequência institucional correta, com documentação que cumpre todos os requisitos aplicáveis.

Processos bem instruídos têm índice de aprovação alto. Processos com falha de instrução — erros no PBZPA, sequência invertida, documentação incompleta — são devolvidos e atrasam meses.

Preciso estar presencialmente em Governador Celso Ramos?

Não. Todo o relacionamento comercial e técnico é feito de forma remota — reuniões por Google Meet, documentos por e-mail e WhatsApp. As visitas de campo (levantamento topográfico, vistoria técnica) são agendadas no município do cliente, em data combinada.

A Mattos já conduziu projetos do Acre ao Rio Grande do Sul sem escritório regional.

Meu heliponto funciona há anos sem homologação. Qual o risco?

Operação de heliponto sem registro ANAC é irregular perante a Resolução 736/2024 e o ICA 11-3. Os riscos incluem: autuação pela ANAC, interdição do heliponto, responsabilidade civil em caso de acidente e impossibilidade de acionar seguro aeronáutico.

A janela para regularização existe — e o processo é definido. O risco cresce quanto mais tempo o heliponto opera sem documentação.

Posso contratar apenas parte do processo?

Sim. A Mattos pode atuar em fases específicas do processo — por exemplo, apenas o PBZPA, apenas a documentação técnica ou apenas o acompanhamento da vistoria ANAC. O escopo é definido na proposta após o discovery técnico.

A recomendação é contratar o processo completo — a responsabilidade técnica é integrada e os riscos de interface entre fases são do mesmo time.

Contato

Fale com a Mattos

Discovery técnico gratuito. Descreva o aeródromo, heliponto ou condomínio aeronáutico — devolvemos diagnóstico regulatório, riscos identificados e os próximos passos do processo.

Resposta em até 1 dia útil

Atendimento em todo o Brasil